15 abril 2012

Kent Beck on Succession


Oh, God! How many times I wished for a way to give such an explanation to my teams!

"
The system will eventually have to deal with an arbitrary number of some element but for the moment it only has to deal with one. What to do?

(...)

The Permaculture design principle of succession suggests an alternative solution.




(...)

The cost of the succession needs to be weighed against the benefits of finishing sooner and the costs of inconsistent assumptions.
"

(the highlights are mine)


Thanks Kent Beck

Again!




11 abril 2012

Javascript in the client AND server. Not a big deal?!

I remember when I read this post, arguing that having Javascript in server AND client was not a big deal.

If you agree with that, I think you should watch this:

08 abril 2012

Porque Javascript?

Quem me acompanha já deve ter percebido que tenho andado bem empolgado com os últimos desenvolvimentos em torno do ecosistema Javascript.

Já se vão 2 anos desde que comecei a expressar esse interesse. Mas foi mais recentemente que a coisa ganhou mais ênfase. Tenho postado montes de coisas no meu twitter, tenho proposto e incentivado um monte de dojo's relacionados, e tenho colocado algumas coisas em prática programando o MapaDaProva.

Embora minha escolha padrão para aplicações web *ainda* seja o Rails, confesso que estou me segurando para poder usar de verdade e me tornar fluido com Node, pra poder "ligar os pontos" de vez. (No Mapa, já usamos JS em quase toda a interface (com Backbone) e no banco de dados, com Mongo. Agora só falta tirar o Ruby do meio do caminho ;-))

Há tempos que venho estruturando as idéias para escrever sobre o porque eu acredito que JS *já é* a melhor opção de arquitetura (full-stack!) pra desenvolver para web, mas confesso que ainda não consegui me organizar de novo pra tocar esse blog como gostaria. Espero que esse possa ser o começo! =)

Enquanto isso, creio que esse post do Dan North possa servir para aqueles que quiserem ler a respeito. Está super bem escrito, bem leve (embora profundo) e divertido. Vale a pena! Aliás, foi só por ter relido ele hoje que eu resolvi vir aqui escrever, então faz uma coisa por nós dois: vá ler!

18 março 2012

Nosso primeiro Kake

Já há algumas semanas que o dojo-brasília vem mantendo duas turmas: a velha turma de quarta-feira às 17:00 e agora também a de quinta às 18:30, que tem se reunido no Balaio café.


Essa semana a turma de quinta ficou pela segunda vez sem o espaço do subsolo que estávamos utilizando. O dojo quase foi abortado, mas de última hora resolvemos experimentar o formato Kake numa mesa normal do café.

A gente programou o NumberToLCD em Ruby e em Javascript, em duas máquinas, ao mesmo tempo, rodando o grupo todo nas duas máquinas. A cada duas rodadas de 5min, vc se senta na solução do outro lado da mesa quase como se fosse a primeira vez... Foi bem divertido =)


A retrospectiva está aqui.

Se você nunca participou de uma sessão de coding-dojo antes, apareça na nossa lista, se apresente, e venha na próxima semana. Não é preciso conhecer nenhuma linguagem específica, não é preciso ser expert em nada! Programadores de todos os níveis de maturidade são muito bem vindos!

A idéia é se divertir e aprender, não tenha medo! Apareça!

04 setembro 2011

Dojo e Capoeira 6 - Ações Práticas



Durante os últimos dois meses, estive escrevendo essa série de posts que manifestam uma opinião e um desejo de que o valor da prática do coding-dojo seja reconhecida como merece. Nesse post, pretendo concluir a série traçando a linha de pensamento que relaciona os outros posts, e tentar enfim ser um pouco prático e concreto, explicando minha idéia de atuação no desenvolvimento social da prática por meio do DojoSpot.

O sistema educacional tradicional não atende mais a nossa sociedade em rede, mas as pessoas continuam escolhendo pagar pós-graduação de faixada a freqüentar as sessões de dojo, ainda que admirem a metodologia do dojo. Foi o assunto que introduzi no primeiro post.

Nesse sentido, o movimento do dojo ainda não conseguiu encontrar o fino equilíbrio entre duas variáveis fundamentais: comprometimento e reconhecimento. As pessoas se dedicam ao dojo, organizando e participando das sessões, mas não se sentem reconhecidas o suficiente para sacrificarem seus fins de semana. Creio que esse equilíbrio pode ser um ponto de alavancagem importante para elevar nossa prática em termos de reconhecimento social, como defendi no segundo post.
Mestre Luiz Renato e eu, na minha formatura de monitor

É claro que as pessoas não participam do dojo só por reconhecimento. Nem parece saudável que assim o seja. Não devemos cultivar a idéia de que a motivação principal para participar de dojos seja o reconhecimento. As pessoas precisam continuar participando das sessões deliberadamente, por estarem de fato profundamente interessadas na ludicidade da atividade. Foi o assunto do terceiro post.

Uma intervenção na organização dos grupos, que eventualmente possa causar a popularização da prática, poderá trazer alguns efeitos colaterais negativos, não há dúvidas. Devemos ter muito cuidado e zelo pra não destruirmos a praia deserta que achamos, enchendo ela de turistas gafanhotos, na linha do que defendi no quarto post.

Mas ainda que alguns prejuizos possam acontecer ao longo desse caminho (e acho que acontecerão!), entendo que muitas outras conquistas grandes (e até bem impensáveis pela maioria de nós) podem acontecer, assim como acho que aconteceram com a Capoeira, como expliquei no quinto post.

'E sem saber que era impossível, ele foi lá e fez...'
(Jean Cocteau) (via Be)

Ainda que os grupos de dojo venham a se dividir em modernistas e tradicionalistas (regional e angola), acredito que no balanço geral vamos sair ganhando se acharmos uma negociação saudável entre os princípios do dojo e o imediatismo ocidental. É melhor começarmos a nos movimentar logo, antes antes que alguém acabe achando um jeito de enriquecer com a coisa (ou, se preferirem, "antes que um aventureiro lance mão").


Sendo prático, enfim ;-)

Minha sugestão é a de que tentemos retribuir o comprometimento das pessoas com o dojo, por meio de um sistema que tangibilize a reputação, parecido com as cordas da Capoeira ou como o que faz StackOverflow, por exemplo. Creio que à medida em que as pessoas se sintam retribuidas, elas passem a participar mais (e melhor) das sessões, aumentando assim a reputação do dojo em si. À medida em que o dojo se torne mais respeitado, os participantes com maior reputação também se tornarão.

A respeito do sistema de reputação, creio que precise ser muito bem pensado e adaptado ao longo do tempo para que se valorize as coisas certas, para que os princípios certos sejam cultivados. Creio que a regra do jogo influencie de modo determinante o comportamento dos jogadores e o desenrolar da partida.

E como os valores e princípios 'certos' a serem cultivados são relativos, acho que precisamos de um sistema que permita a manifestação da diversidade de visões, bem ao modo open-source. Se eu mantenho um dojo, e crio uma regra de reputação com a qual você não concorda, basta reunir as pessoas que concordam com você e criar outro grupo que funciona com outras regras.

E é exatamente o que vejo que acabou acontecendo com a Capoeira e seus grupos. No meu grupo, valoriza-se compromisso, respeito, e criatividade, e portanto capoeiristas que jogam com lealdade e criatividade, e não faltam treinos, podem conseguir uma corda de professor. Em grupos que valorizam apenas a combatividade e a destreza física, eu provavelmente não teria conseguido alcançar a corda que tenho. Ambas as visões estão corretas, e ao meu ver devemos achar mecanismos que valorizem a diversidade, ao invés da padronização.

E pra não ficar só no discurso vazio foi que comecei meu ativismo contribuindo para o dojo-brasília e criando uma primeira versão (ainda bem crua) do que acho que pode ser o sistema por trás dessa idéia: o DojoSpot, que como não podia deixar de ser, é de domínio-público (open-source) para que seja adaptado do jeito que for necessário.

O DojoSpot, por enquanto, ainda não tem nenhum tipo de reputação. Apenas permite que as pessoas marquem uma sessão e que confirmem sua participação nela. A próxima funcionalidade que pretendo acrescentar é o registro de presença, que acho que deve ser o primeiro critério de valorização a se expressar na página de participantes.

Durante o OpenSpace da AgileBrazil2011 ouvi outras sugestões que adorei, das quais destaco duas:

1) O botão de 'obrigado' que permitirá que, a cada sessão, as pessoas distribuam dois agradecimentos aos participantes de quem considerariam ter aprendido alguma coisa valiosa naquela sessão; e

2) A utilização de 'badges' que premiam as pessoas que cumpriram certos critérios de contribuição específicos. Por exemplo, 'batizado' poderia ser concedido à pessoa que tem 10 presenças e um kata apresentado; 'Anfitrião' à pessoa que organizou ou hospedou mais de 5 dojos; e por aí vai...

Por enquanto, se você estiver com vontade de contribuir e não souber como, acho que uma primeira ajuda importante poderia ser a instalação e a utilização do sistema em outros dojos, para melhorarmos a documentação sobre como instalar, como adaptar o layout, e etc.

Fora isso, qualquer tipo de sugestão ou crítica será recebida com festa!

Correções, adaptações ou melhorias poderão sempre ser feitas à vontade, seguindo a lógica do Github.


Isso encerra essa seqüência de posts, bem ao meu estilo (como o Silvano notou outro dia) filosófico, abstrato e repentinamente conclusivo (rs).
Agradeço imensamente pela atenção de quem chegou até aqui, e reitero que adoraria que a discussão continuasse e se desenvolvesse na lista de emails que criamos. Participe lá, que no mínimo ajuda com a minha motivação pessoal ;-)
o/






29 agosto 2011

Dojo e Capoeira 5 - Bimba e a regional


  Na semana passada falamos sobre o dilema entre popularizar e preservar. Dessa vez, num post um pouco mais longo que os anteriores, vou falar sobre como o mestre Bimba influenciou definitivamente a história da Capoeira, e o que podemos tirar de aprendizado daí.
      
No finalzinho de século XIX, a capoeiragem passou a figurar no código penal brasileiro como crime, passível de pena de prisão. Em 2008, ela passa a ser oficialmente reconhecida como patrimônio cultural do país. O que aconteceu de lá pra cá é uma história longa e complexa que nem me atrevo a tentar resumir (mesmo porque não sou eu o especialista no assunto). Mas quero mesmo assim tocar em alguns pontos que são importantes para minha tese. 
Mestre Bimba

Antes de mais nada, é importante esclarecer que a história da Capoeira (assim como tantas outras) é coberta de mitos que até hoje são aceitos pela maioria das pessoas, apesar do grande desenvolvimento recente nas pesquisas históricas nessa área. Diferentemente do que muita gente pensa, a Capoeira teve muito provavelmente origem urbana, no Rio de Janeiro, e representava muito mais uma brincadeira de vadios do que uma tática de guerrilha dos escravos na fuga das senzalas, dos engenhos de cana de açúcar da Bahia. A capoeira não era então praticada de calça branca, com hora e local marcados, não tinha cordas coloridas na cintura e muito menos era ensinada em academias em alguns dias estipulados da semana, na forma como a conhecemos hoje.

No meio desse longo caminho de transformação estava, como já mencionado no post anterior, um homem cujo projeto foi talvez o fator de mudança mais profundo ao longo desse processo: mestre Bimba. Negro e pobre - assim como provavelmente todos os outros capoeiristas da época - foi ele quem percebeu que a luta brasileira vinha perdendo cada vez mais valor e respeito da sociedade do início do século. Bimba era lutador conhecido na cidade por desafiar e vencer praticantes de todas as outras artes marciais, e achava que a incorporação de golpes e movimentos mais agressivos fariam da Capoeira uma luta mais eficiente e respeitada.

Nesse processo, além de transformar a Capoeira do ponto de vista dos movimentos e golpes, ele também incorporou em sua prática alguns simbolismos e ritos familiares a outra camada da sociedade: a classe média-alta, branca, da sociedade baiana. Bimba criou um método de ensino e passou a ministrar aulas da luta brasileira em academias militares. Incorporou uniformes, um sistema de graduação (que deu origem às cordas coloridas que conhecemos hoje), e rituais de batismo e formatura - elementos ocidentais completamente estranhos à manifestação vadia que até então acontecia espontaneamente nas ruas.

De lá pra cá, muitos desdobramentos dessa transformação fizeram da Capoeira isso que conhecemos hoje. Como discutido no post passado, esse processo de transformação é visto por muitos como uma deturpação cultural a que se deve oferecer resistência e da qual a tradição precisa ser preservada. Para outros, ele foi fundamental para que ela sobrevivesse ao preconceito e à repressão que a sociedade brasileira sempre teve em relação às manifestações de raizes africanas e pobres. Minha opinião é a de que ambas as visões estão parcialmente certas e erradas, ao mesmo tempo. É claro que a Capoeira teve prejuizos com essas mudanças, mas também é claro que teve benefícios. Não é a toa que é hoje um dos elementos culturais brasileiros mais valorizados no exterior. Aliás, muito mais que aqui, diga-se de passagem!

Um processo parecido aconteceu com o Jiu-Jitsu, no Japão pós revolução industial, depois da revolução Meiji, durante o processo de 'modernização' e ocidentalização da cultura japonesa. Como parte de um projeto governamental, num processo de negociação bem parecido com aquele feito por Bimba, Jigoro Kano esterilizou a agressividade da luta e criou o Judô, com suas regras e sistemas de faixas. Por um lado ele deturpou a luta e a tornou muito menos eficiente, mas por outro, ele manteve vivo um elemento da cultura samurai que estava então em processo de verdadeiro extermínio e a elevou mais tarde ao status social de esporte olímpico, praticado no mundo inteiro.

Deturpação ou adaptação? É impossível delimitar até que ponto essas mudanças foram benéficas ou destrutivas. Mesmo porque ninguém nunca saberá o que teria acontecido caso esses dois homens não tivessem interferido na história. Eles provavelmente agiram movidos por suas intuições, imersos que estavam nos respectivos processos sociais, e portanto é impossível julgar se estavam certos ou errados.
Jigoro Kano

Eu, de minha parte, prefiro também acreditar em meus instintos de que o desenvolvimento dos processos pedagógicos estão em plena metamorfose (assim com todo o resto da sociedade em rede) e de que os critérios de mérito e reconhecimento profissionais na área de TI são irracionais (no mínimo) e incompatíveis com a nova realidade que esta-se criando. Creio portanto, que algum tipo de intervenção possa (e deva) ser feita para que os processos pedagógicos surgidos e desenvolvido no contexto dos coding-dojo's ganhe mais reconhecimento e adesão social, transformando sua atual situação de marginalidade. 

Para isso, me parece inevitável que tenhamos que passar por algum processo de negociação e adaptação, assim como aconteceu com a Capoeira e com o Judô. Acredito ainda que a comunidade deve tomar a frente nesse processo, de modo consciente, refletido, coordenado e pró-ativo, de modo a tomar as rédeas e participar dele dando as cartas, ao invés de apenas reagindo ao que acabar acontecendo por si só.

A partir do próximo post, pretendo começar a refletir sobre possíveis formas de intervir nesse processo. O que podemos fazer em termos de organização dos nosso grupos de dojo? Até que ponto podemos intervir para fortalecer socialmente a prática, mas sem ferir seus princípios fundamentais e sua natureza não-ocidental? Semana que vem eu coloco minha opinião aqui ;-)

Continue lendo a última parte >>

21 agosto 2011

Dojo e Capoeira 4 - O dilema do turista



Esse é o 4o post da série onde tento relacionar os grupos de Coding-Dojo com a lógica histórica social dos grupos de capoeira. Nos posts anteriores, falamos sobre as motivações que as pessoas têm para se dedicarem aos grupos. Desta vez, vamos começar a falar sobre a dicotomia e a aparente contradição que existe entre a popularização e a preservação.

O turista é uma figura que vive uma contradição interessante. Ao mesmo tempo em que ama e cultua o lugar que visita, acaba sem querer ajudando a destrui-lo. O mesmo sujeito que reclama da praia cheia de turistas - aquela que não é mais o paraíso perdido de quando ele a conheceu pela primeira vez - esse mesmo sujeito acaba fazendo parte da legião de farofeiros, ainda que não goste de reconhecer. As pessoas adoram uma cachoeira vazia, mas não se contêm em anunciar aos amigos que eles "precisam que conhecer [aquele lugar], antes que acabe!" E quanto mais gente vai, mais rápido o lugar se acaba!



Roda de Capoeira Angola
(mestre João Grande - NY)

Pense num pequeno restaurante, cheio de capricho, com atendimento personalizado, música boa, ambiente agradável... O dono logicamente adoraria popularizar seu restaurante, ampliar e ganhar um pouco mais. Afinal de contas, ele merece um reconhecimento por seu esforço de manter um bom restaurante. Mas o que acontece quando ele aluga a loja ao lado, dobra o tamanho do salão e contrata mais garçons e cozinheiros? Perde-se boa parte da qualidade que diferenciava o lugar e o restaurante se acaba!

É como se essas coisas lindas tivessem dentro de si a semente de sua própria destruição. Será uma característica inerente do ser humano, esse estilo gafanhoto de destruir tudo o que toca? Não creio...

O dilema que vivemos no contexto do Dojo é parecido, na minha opinião. E é justamente aqui que começo a fazer o gancho com a história da Capoeira. Devemos desenvolver mecanismos para popularizar e fortalecer a prática, ou devemos ser cuidadosos e preserva-la pura, intacta?

A Capoeira viveu (e ainda vive!) um dilema histórico que acho bastante relacionado. Hoje a maioria das pessoas divide a Capoeira em dois grandes estilos: Angola e Regional. O surgimento nos anos 30 da luta regional baiana, ou Capoeira Regional, foi resultado de um projeto de um homem: Manoel dos Reis Machado - o Mestre Bimba. A Capoeira Angola surge alguns anos depois como movimento de resgate da tradição, opondo-se à 'modernização' da Regional.

Roda de Capoeira Regional

Bimba inseriu na Capoeira elementos de outras lutas, tornando-a mais agressiva, e incorporando simbolismos ocidentais que aproximaram a cultura 'de rua' (negra, africana, pobre, marginalizada), de uma camada da sociedade branca (rica, institucionalista). 

Para os olhos de muitos, esse processo representou uma deturpação irreversível da Capoeira. Para outros, é bem possível que a nossa arte-luta não tivesse sobrevivido (como aconteceu outras manifestações 'irmãs') à repressão social histórica que chegou a se manifestar na proibição explícita de sua prática no final do século XIX.

Será que a articulação de Bimba deturpou definitivamente nossa arte luta, ou terá sido um elemento indispensável de fortalecimento e preservação da Capoeira? No próximo post vou elaborar melhor esse conflito, seus resultados, e discutir o que podemos tirar de aprendizado dele para o contexto da organização social dos grupos de Dojo.

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